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CONECTANDO SABERES: PERCEPÇÕES DOS ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM, FARMÁCIA E PSICOLOGIA SOBRE A INTERNACIONALIZAÇÃO

BONFIM, Gabriel Anzuatégui¹; BORDIN, Cynthia França Wolanski²; SIMON, Isabela²; COELHO, Guilherme Monteiro Lorenzini²; SILVA, Ana Beatriz Costa³
Curso do(a) Estudante: Enfermagem – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
Curso do(a) Orientador(a): Enfermagem – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba

INTRODUÇÃO: A internacionalização no ensino superior consolidou-se como uma estratégia central para elevar a qualidade acadêmica e a promoção da integração global. Todavia, a apreensão da perspectiva dos estudantes mostra-se indispensável para mensurar a efetividade de tais políticas. Assim, este estudo justifica-se pela necessidade de produzir evidências que orientem os gestores na formulação de ações de internacionalização mais inclusivas, equitativas e alinhadas às demandas contemporâneas. OBJETIVOS: Analisar a percepção dos estudantes de cursos de graduação em Enfermagem, Farmácia e Psicologia de uma instituição privada do sul do Brasil sobre as estratégias de internacionalização, considerando suas experiências, o impacto na formação acadêmica e no desenvolvimento pessoal MATERIAIS E MÉTODO: Trata-se de um estudo quantitativo, observacional e transversal, com uma amostra aleatória representativa de estudantes de cursos da área de Ciências da Vida de uma instituição de ensino superior privada no sul do Brasil. A pesquisa foi conduzida em etapas, contemplando os diferentes cursos da área ofertados pela instituição. RESULTADOS: A amostra, composta por 115 estudantes, distribuídos entre Enfermagem (n=62), Psicologia (n=42) e Farmácia (n=11), evidenciou expressivo interesse por experiências internacionais, disciplinas compartilhadas com estudantes estrangeiros, e inclusão de temas globais nos currículos. Contudo, destacaram-se como principais barreiras a limitação financeira, a falta de domínio de língua estrangeira, a escassez de tempo e a insegurança acadêmica em relação ao tempo de formação. Notou-se, ainda, baixo conhecimento sobre iniciativas como COIL, e Global Classes, a despeito do incentivo docente. Conclui-se que há necessidade de ampliar a divulgação e fortalecer as estratégias institucionais de internacionalização. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Os dados evidenciam o alto interesse dos estudantes pela internacionalização e seu impacto na formação profissional. Contudo, barreiras financeiras, linguísticas, burocráticas e socioculturais ainda limitam o acesso. Assim, cabe às instituições de ensino compreender esses entraves e implantar estratégias, para promover uma internacionalização acessível e inclusiva.

PALAVRAS-CHAVE: Internacionalização; Ensino superior; Formação acadêmica; Educação internacional.

APRESENTAÇÃO EM VÍDEO

Legendas:
  1. Estudante
  2. Colaborador
  3. Orientador
Esta pesquisa foi desenvolvida com bolsa Fundação Araucária no programa PIBIC.

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