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EQUIVALÊNCIA DE ESTÍMULO NA CLÍNICA COMPORTAMENTAL: UMA REVISÃO DA LITERATURA

BATTISTONI, Amanda Luiza¹; JULIANI, Joao³
Curso do(a) Estudante: Psicologia – Câmpus Londrina
Curso do(a) Orientador(a): Psicologia – Escola de Londrina – Câmpus Londrina

INTRODUÇÃO: Este estudo apresenta uma revisão da literatura sobre as contribuições do paradigma da equivalência de estímulos, desenvolvido por Murray Sidman, para a clínica analítico-comportamental. A pesquisa parte do questionamento de que esse fenômeno é amplamente abordado em contextos de ensino, como no treinamento de habilidades para pessoas com atraso no desenvolvimento. Entretanto, ao deslocar esse paradigma para o contexto da psicoterapia clínica, observa-se que a produção de conhecimento científico ainda é limitada. OBJETIVOS: O objetivo deste trabalho foi mapear pesquisas que relacionassem o paradigma da equivalência de estímulos à psicoterapia analítico-comportamental, bem como analisar suas possíveis contribuições para a intervenção. MATERIAIS E MÉTODO: A busca bibliográfica foi realizada em bases de dados e periódicos, como Portal CAPES, PsycINFO, PubMed, Scopus, SciELO, Google Acadêmico, JEAB, JABA e ABPMC. Foram considerados estudos publicados nos últimos 20 anos, nas línguas portuguesa e inglesa, que relacionassem diretamente o fenômeno à psicoterapia analítico-comportamental, excluindo-se aqueles fundamentados na Teoria das Molduras Relacionais. Após o processo de seleção, cinco artigos atenderam aos critérios estabelecidos. RESULTADOS: Os resultados mostraram que as pesquisas sustentam, em nível conceitual, contribuições do paradigma para a clínica analítico-comportamental, explorando fenômenos como transferência de função, generalização e formação de classes simbólicas. Além disso, verificou-se que o contexto também exerce papel fundamental sobre as funções dos estímulos, apontando a necessidade de considerar as variáveis ambientais no planejamento de intervenções clínicas. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A maior parte da literatura concentra-se em pesquisas teórico-conceituais, com poucos delineamentos experimentais aplicados à psicoterapia analítico-comportamental. Diante disso, conclui-se que a equivalência de estímulos possui grande potencial para ampliar a compreensão de processos clínicos complexos, embora ainda necessite de maior investigação experimental.

PALAVRAS-CHAVE: Equivalência de estímulos; Transferência de função; Classes de equivalência; Paradigma de Equivalência.

APRESENTAÇÃO EM VÍDEO

Legendas:
  1. Estudante
  2. Colaborador
  3. Orientador
Esta pesquisa foi desenvolvida com bolsa PUCPR no programa PIBIC.

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