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FAVELAS DO MUNDO: ANÁLISES DO AMBIENTE URBANO E INDICAÇÕES PARA UMA NOVA HABITABILIDADE EM SÃO PAULO (BR), BUENOS AIRES (AR) E IBADAN (NIGÉRIA)

ALMEIDA, Ana Cristina Carvalho de¹; CARARO, Jjuliana Fernandes Junges²; BUSSI, Luize Andreazza²; ULTRAMARI, Clovis³
Curso do(a) Estudante: Arquitetura e Urbanismo – Escola de Belas Artes – Câmpus Curitiba
Curso do(a) Orientador(a): Arquitetura e Urbanismo – Escola de Belas Artes – Câmpus Curitiba

INTRODUÇÃO: A pesquisa apresenta um processo metodológico estruturado em várias etapas. Inicialmente, realiza-se uma revisão teórica crítica sobre os conceitos de favela, informalidade e requalificação habitacional. Em seguida, são analisados estudos de caso, tanto nacionais – Canaã dos Carajás, São Paulo e Belo Horizonte – quanto internacionais – Arica, no Chile, e Guayaquil, no Equador, as quais contaram com intervenções, com o objetivo de identificar estratégias projetuais adaptáveis e flexíveis. Por fim, na terceira etapa, os aprendizados são aplicados em uma proposta concreta para requalificação arquitetônica da Vila Torres, em Curitiba. OBJETIVOS: Organizar um referencial teórico-conceitual a respeito da produção do espaço nas favelas;Examinar, por meio de estudos de caso nacionais e internacionais, estratégias de intervenção arquitetônica eficazes em situações de vulnerabilidade socioespacial;Avaliar as condições de habitação de um grupo de residências na Vila Torres, em Curitiba;Criar e implementar propostas de projeto de ambiência urbana por meio de cartilhas didáticas. MATERIAIS E MÉTODO: Para organizar as sugestões de melhoria habitacional na Vila Torres, criaram-se diferentes categorias de intervenção, considerando as condições físicas das residências e a viabilidade de ação dentro dos limites financeiros e metodológicos da pesquisa: Casos onde a reforma proposta não é viável, devido a problemas que vão além das questões de design interno – como falta de saneamento básico, infiltrações generalizadas ou sérios danos estruturais – que demandam intervenções de infraestrutura e custos que não se encaixam no escopo do projeto.; Reformas que se restringem ao interior das casas, concentrando-se na reorganização do espaço, na melhoria da circulação, na adição de móveis e na promoção do conforto, sem modificar a estrutura existente; Reformas que combinam modificações internas com pequenas adaptações estruturais, como a abertura de vãos para garantir ventilação, troca de janelas ou consertos em paredes e telhados, que requerem um nível mais elevado de complexidade técnica; e Ações que, além das dimensões mencionadas, ações de paisagismo, focam na melhoria de pequenos quintais, áreas de serviço ou zonas de transição entre espaço privado e o público, ampliando assim o entendimento de habitabilidade para além da construção em si. A metodologia foi estruturada em etapas distintas: Visitas e Diagnóstico Sensível; Elaboração de Projetos; Análises orçamentárias (inicialmente, estabeleceu-se R$ 2.000,00 por unidade habitacional, mas logo concluiu-se que esse valor era insuficiente); Realização de oficinas; Realização, e posterior apresentação para obter a chancela da COHAB, FAS, comunidades e oranização Obra Nossa; Realização de podcast pra difundir o projeto; Submissão de artigo. RESULTADOS: Conhecimento teórico; conhecimento prático da realidade social urbana; conhecimento técnico de práticas construtivas de interesse socia; produção de diagnósitco e propostas sobre a Vila das Torres; Produção e difusão de cartilha educativa; Familiazrização com oranizações comunitárias e agências governamentais e não-governamentais; produção e postagem de podcast; e produção e submissão de artigo. Vide apêndices. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O trabalho significou uma complementação significativa aos estudos da graduação, permitiiu familiarizar-se com diferentes agentes de atuação em favelas e contribuiu par o direcionamento profissional pós´finalização do curso de arquitetura e urbanismo.

PALAVRAS-CHAVE: Favela; Comunidade urbana; Arquitetura social; Ambiência urbana.

APRESENTAÇÃO EM VÍDEO

Legendas:
  1. Estudante
  2. Colaborador
  3. Orientador
Esta pesquisa foi desenvolvida com bolsa CNPq no programa PIBIC.

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