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EMPREGO DA SOMATOTROFINA BOVINA RECOMBINANTE E HISTRELINA NO DIA 7 EM PROTOCOLOS BASEADOS EM PROGESTERONA INTRAVAGINAL E ESTROGENO VISANDO A INSEMINAÇAO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO EM VACAS DE CORTE

SILVA, Manoela de Azevedo da¹; KOZICKI, Luiz Ernandes³
Curso do(a) Estudante: Medicina Veterinária – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
Curso do(a) Orientador(a): Medicina Veterinária – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba

INTRODUÇÃO: Introdução: A inseminação artificial em tempo fixo (IATF) concentra o manejo reprodutivo e amplia a utilização de genética superior, mas sua eficiência depende da condição corporal, da dinâmica ovariana e da sincronia entre o folículo ovulatório e o momento da inseminação. OBJETIVOS: Objetivos: Avaliar, em dois lotes de fêmeas bovinas de corte, os resultados de protocolos de IATF contendo histrelina e acrescidos de eCG recombinante ou somatotropina bovina recombinante (rBST) administrada no D0 ou no D7. MATERIAIS E MÉTODO: Foram analisados 174 animais: controle (n = 36), eCG recombinante (n = 75), rBST no D0 (n = 31) e rBST no D7 (n = 32). O lote 1 incluiu 76 animais e o lote 2, 98. Avaliaram-se escore de condição corporal (ECC), status folicular, expressão de estro, concentração sérica média de IGF-I em subgrupo do lote 1 e prenhez aos 45 dias. As proporções de prenhez foram comparadas pelo teste exato de Fisher–Freeman–Halton; a expressão de estro foi analisada após agrupamento em fraca versus média/forte. RESULTADOS: Resultados: A prenhez geral foi de 29,9% (52/174; IC95%: 23,6–37,1). As taxas foram 25,0% no controle, 36,0% no grupo eCG, 16,1% no grupo rBST no D0 e 34,4% no grupo rBST no D7, sem diferença global entre os grupos (P = 0,178). No lote 1, 72/76 animais possuíam registro de expressão de estro; a categoria fraca predominou (83,3%), sem diferença entre os grupos (P = 0,276). A distribuição do status folicular no D9 apresentou variação entre os grupos, mas não alcançou significância no teste exato com simulação de Monte Carlo (P = 0,081). O maior aumento médio de IGF-I entre D0 e D9 foi registrado no grupo rBST no D0 (+135,76 ng/mL); entretanto, as dosagens estavam disponíveis apenas para um subgrupo e sem dados individuais completos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Conclusões: Nas condições avaliadas, não houve evidência estatística de que os tratamentos modificaram a taxa de prenhez. A eCG e a rBST no D7 apresentaram taxas numericamente superiores, enquanto a rBST no D0 apresentou a menor estimativa; essas diferenças devem ser interpretadas como exploratórias. A heterogeneidade de registros entre os lotes e a disponibilidade parcial de IGF-I impedem atribuir o desfecho a mecanismos foliculares ou metabólicos específicos.

PALAVRAS-CHAVE: Palavras-chave: inseminação artificial em tempo fixo; somatotropina bovina recombinante; gonadotrofina coriônica equina; IGF-I; dinâmica folicular.

APRESENTAÇÃO EM VÍDEO

Legendas:
  1. Estudante
  2. Colaborador
  3. Orientador
Esta pesquisa foi desenvolvida na modalidade voluntária no programa PIBIC.

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