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PLATAFORMAS E REDES SOCIAIS COMO ESPAÇO DE INTERCULTURALIDADE NO ENSINO DE PORTUGUÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA/ADICIONAL.

JOANICO, Vinicius Gabriel Diniz¹; MIYAKI, Cristina Yukie³
Curso do(a) Estudante: Letras-Português-Inglês – Escola de Educação e Humanidades – Câmpus Curitiba
Curso do(a) Orientador(a): Letras – Escola de Educação e Humanidades – Câmpus Curitiba

INTRODUÇÃO: Esta pesquisa analisou o potencial das plataformas e redes sociais como espaços de interculturalidade no ensino de Português como Língua Estrangeira/de Acolhimento (PLE/PLAc), considerando sua contribuição para a formação linguística, cultural e comunicativa de estudantes migrantes e estrangeiros. Fundamentada em uma revisão de literatura inicial em Mendes (2011); Almeida Filho (2011); Santos e Mello (2013); Bizon e Camargo (2018); e Zambrano (2024). OBJETIVOS: Além de pesquisa de campo realizada no Programa Lampedusa da PUCPR, a investigação teve como objetivo identificar práticas digitais aplicadas ao ensino de PLE e compreender como tais recursos podem favorecer abordagens interculturais. MATERIAIS E MÉTODO: Nesse contexto, a metodologia adotada caracterizou-se como qualitativa, articulando revisão de literatura, observação de aulas em diferentes níveis de proficiência e aplicação de questionário aos estudantes participantes do programa. RESULTADOS: Os resultados evidenciaram que o ensino de PLE deve compreender a língua como um fenômeno indissociável da cultura, valorizando a diversidade linguística e os repertórios culturais dos aprendizes. Além disso, plataformas digitais e redes sociais mostraram-se relevantes por ampliarem as oportunidades de interação, mediação cultural e desenvolvimento da competência comunicativa em situações reais de uso da língua. Ademais, a análise de iniciativas brasileiras voltadas ao acolhimento linguístico demonstrou a importância da articulação entre ações institucionais e comunitárias, bem como de perspectivas plurilíngues, decoloniais e interculturais na formação docente. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Por fim, entende-se que o uso planejado das tecnologias digitais pode fortalecer o ensino linguístico nesse âmbito, sendo benéfico como possibilidade metodológica aos professores e como ferramentas de aprendizagem aos estudantes, além de favorecer o acolhimento e ampliar as possibilidades de aprendizagem da língua portuguesa, desde que esteja integrado a uma formação docente culturalmente sensível e comprometida com a valorização das diferentes experiências linguísticas e culturais dos aprendizes.

PALAVRAS-CHAVE: Português como Língua Estrangeira (PLE); Português como Língua de Acolhimento (PLAc); Programa Lampedusa (PUCPR); Plataformas digitais; Redes sociais.

APRESENTAÇÃO EM VÍDEO

Legendas:
  1. Estudante
  2. Colaborador
  3. Orientador
Esta pesquisa foi desenvolvida com bolsa PUCPR no programa PIBIC.

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